O monopólio da violência não resolve o problema — ele é o problema
Todo argumento a favor do Estado assume que alguém precisa deter o monopólio da força. Ninguém explica por que esse alguém seria diferente de qualquer outro homem com poder demais.
Todo argumento a favor do Estado assume que alguém precisa deter o monopólio da força. Ninguém explica por que esse alguém seria diferente de qualquer outro homem com poder demais.
Sem propriedade privada dos meios de produção não há preços de mercado para os fatores de produção — e sem eles, nenhum planejador sabe se está criando riqueza ou destruindo.
Sem propriedade definida, não há preço. Sem o princípio da não-agressão, não há propriedade que se sustente. Os dois juntos formam a base de tudo o resto.
Todo juro de mercado nasce de um fato simples sobre a natureza humana: um bem hoje vale mais que o mesmo bem amanhã.
Uma agência pública não compra nem vende o que produz. Sem esse teste, não existe forma de saber se o serviço vale o que custa.
Uma cidade é abastecida todos os dias sem que ninguém esteja no comando disso. Entender como isso acontece é entender por que planejamento central é sempre um passo atrás.
Um preço não é uma etiqueta. É a soma comprimida de milhões de decisões que nenhum comitê seria capaz de reunir.
Trocar quem manda não é o mesmo que reduzir o quanto se manda. A maioria também erra — só que com verniz de legitimidade.
Todo ato humano é uma tentativa de trocar um estado de coisas menos satisfatório por um mais satisfatório. Dessa frase simples nasce toda a economia austríaca.
Impostos, dívida e emissão monetária são as três únicas fontes possíveis. As três, no fim, saem do mesmo lugar: da produção de outras pessoas.