O monopólio da violência não resolve o problema — ele é o problema
Todo argumento a favor do Estado assume que alguém precisa deter o monopólio da força. Ninguém explica por que esse alguém seria diferente de qualquer outro homem com poder demais.
Todo argumento a favor do Estado assume que alguém precisa deter o monopólio da força. Ninguém explica por que esse alguém seria diferente de qualquer outro homem com poder demais.
Sem propriedade definida, não há preço. Sem o princípio da não-agressão, não há propriedade que se sustente. Os dois juntos formam a base de tudo o resto.
Impostos, dívida e emissão monetária são as três únicas fontes possíveis. As três, no fim, saem do mesmo lugar: da produção de outras pessoas.
Nenhum documento existe. Nenhuma assinatura foi colhida. E ainda assim se espera obediência vitalícia a termos que ninguém negociou.
Preços subindo é o sintoma. A causa está antes: mais moeda perseguindo a mesma quantidade de bens.