O Anarcocapitalista existe para tratar a propriedade privada, o mercado livre e a crítica ao Estado como o que são: um corpo de ideias sério, com tradição intelectual própria — e não um adereço de torcida política.
Este site nasceu de uma constatação simples: em português, quase todo espaço dedicado a essas ideias se comporta como blog institucional ou grupo de torcida — muita opinião do dia, pouca curadoria, quase nenhuma edição. O objetivo aqui é o oposto. Cada texto publicado passa por um critério editorial explícito antes de ir ao ar: precisa acrescentar algo que não estava dito, e precisa ser defensável para um leitor que discorda.
Não somos ligados a nenhum partido, candidatura, instituto ou campanha. Não recebemos financiamento de organizações políticas. O projeto é mantido de forma independente e autoral — os textos são assinados por pseudônimos editoriais, prática comum neste tipo de publicação, para que o argumento seja avaliado pelo que ele diz, não por quem o disse.
Linha editorial
Partimos da tradição da Escola Austríaca de economia (Mises, Hayek, Rothbard) e da filosofia política libertária — mas isso não significa concordância automática entre os autores em cada tema. O que une os textos publicados aqui é o método, não o veredito final de cada um.
Princípios
- Propriedade e não-agressão como ponto de partida. Todo argumento aqui parte do reconhecimento da propriedade privada e do princípio de não-agressão como base — mesmo quando os autores divergem sobre as consequências práticas disso.
- Nenhuma afiliação institucional ou partidária. O Anarcocapitalista não representa partido, candidato, instituto ou movimento.
- Argumento, não hostilidade. Criticamos ideias e instituições, não pessoas por atributos pessoais.
- Precisão antes de urgência. Preferimos publicar menos e mais revisado a alimentar um feed diário só para manter engajamento.
- Divergência interna é normal. Os autores do site não formam um bloco monolítico.
Quem escreve
Os textos são assinados por três pseudônimos editoriais fixos — Marina Kessler (filosofia política e crítica institucional), Diego Farah (economia austríaca e teoria do capital) e Renata Bicalho (metodologia, praxeologia e cálculo econômico). Cada um responde pelo que assina; o site responde pelo critério editorial que aceitou publicar.