O argumento da argumentação de Hoppe sobre direitos de propriedade
Como se justifica racionalmente um direito de propriedade, sem apelar a intuição, tradição ou revelação religiosa? É uma pergunta antiga […]
Propriedade, não-agressão e ordem espontânea: os fundamentos que sustentam qualquer crítica séria ao poder centralizado.
Como se justifica racionalmente um direito de propriedade, sem apelar a intuição, tradição ou revelação religiosa? É uma pergunta antiga […]
Nos anos 1960, num período em que a política americana se polarizava cada vez mais em torno da Guerra do
Discutir se segurança e justiça “poderiam” ser providas pelo mercado costuma parar num nível abstrato: sim ou não, possível ou
Poucos termos em filosofia política geram tanta confusão instantânea quanto “anarcocapitalismo”. Para uns, soa como contradição em termos — como
Sem propriedade definida, não há preço. Sem o princípio da não-agressão, não há propriedade que se sustente. Os dois juntos formam a base de tudo o resto.
Uma cidade é abastecida todos os dias sem que ninguém esteja no comando disso. Entender como isso acontece é entender por que planejamento central é sempre um passo atrás.
Todo ato humano é uma tentativa de trocar um estado de coisas menos satisfatório por um mais satisfatório. Dessa frase simples nasce toda a economia austríaca.
Nenhum documento existe. Nenhuma assinatura foi colhida. E ainda assim se espera obediência vitalícia a termos que ninguém negociou.
Rothbard defendeu a propriedade como direito natural. Outros a defendem só pelas consequências. As duas estradas chegam ao mesmo lugar — por caminhos bem diferentes.